Não abra dez anexos para descobrir o projeto.
Em vez de tratar cada arquivo como um item isolado, organize-os de acordo com a forma como precisam ser comparados e revisados.
A pessoa entende o conjunto antes de entrar em cada detalhe.
O andamento leva direto ao trabalho.
Um cartão pode mostrar projeto, responsável, prazo e status. Ao abrir, ele leva ao Canvas com a entrega, as referências e o histórico que explicam aquele status.
A disposição também é informação.
Coloque uma referência ao lado da peça que ela inspirou. Compare a versão anterior com a atual. Separe direções em grupos. Mostre o que deve ser visto primeiro. O Canvas preserva relações que se perdem em uma lista de links.
O feedback fica perto do material.
Comente, responda e mantenha a conversa no contexto da peça. Quem produz não precisa interpretar uma lista de ajustes desconectada do ponto exato ao qual cada comentário se refere.
Retome o porquê, não apenas o arquivo final.
O Canvas mantém versões, comentários e decisões no fluxo do projeto. Quando alguém volta dias depois, consegue entender como a direção mudou sem depender da memória de quem participou de todas as calls.
Liberdade visual sem obrigar o leitor a se perder.
Use páginas para dar sequência ao projeto: briefing, referências, opções, revisão e versão atual. Dentro de cada página, organize o conteúdo livremente.
O Canvas continua útil depois da reunião.
Quadros brancos são ótimos para gerar ideias. O Canvas da ALLO também é usado para acompanhar a entrega: arquivos pesados, revisão de clientes, versões, apresentação, handoff e contexto ligado ao projeto.